quarta-feira, 27 de agosto de 2014

E a cidade mais pobre da Alemanha é...


A pesquisa do Instituto de Economia de Colônia - Institut der deutschen Wirtschaft Köln (IW)  divulgada nessa segunda feira (25) mostra que as maiores concentrações de pobreza estão nas maiores cidades da Alemanha, diferente do que se acreditava anteriormente.


Ao estudar o poder de compra ao invés dos rendimentos absolutos das pessoas, os pesquisadores descobriram que o baixo custo de vida em estados do leste reduziu a incidência de pobreza. Os preços são, em média, sete por cento menor no Oriente do que no Ocidente.

Isto significa que, enquanto a linha de pobreza média para todo o país era uma renda de 870 € por mês, alguém que vive em Munique com menos de 1030 € por mês pode ser considerado pobre.

Com base neste estudo relativo, Thüringen tem o terceiro menor número de pessoas que vivem em situação de pobreza dos 16 estados.

No entanto, houve uma grande diferença entre as pessoas que vivem no campo e nas cidades, com 22 por cento dos moradores da cidade que vivem na pobreza em comparação com 14 por cento das pessoas em áreas rurais, segundo o estudo.

Colônia foi a cidade com a maior taxa de pobreza relativa com mais de 26 por cento. Mas foi seguida de perto por outras cidades, incluindo Dortmund (25,5 por cento), Berlim (24,5 por cento) e Bremerhaven (24,3 por cento).



A taxa de pobreza aumentou 2,5 por cento entre 2006 e 2012 em áreas urbanas, mantendo-se estável na zona rural.

Em toda a Alemanha, os grupos que foram mais atingidos pela pobreza relativa ao poder de compra eram sempre os mesmos: metade das pessoas em domicílios com pelo menos um desempregado, um terço das famílias monoparentais e um quarto da população de origem imigrante.

Cidades com a maior concentração de pessoas com poder de compra abaixo da média



1. Köln (26,4 Prozent)


2. Dortmund (25,5 Prozent)


3. Berlin Bezirk Mitte (Tiergarten, Wedding), Bezirk Friedrichshain-Kreuzberg, Bezirk Charlottenburg-Wilmersdorf, Bezirk Spandau (24,5 Prozent)


4. Bremerhaven (24,3 Prozent)


5. Leipzig (24,3 Prozent)


6. Duisburg (24,1 Prozent)


7. Frankfurt am Main (23,5 Prozent)


8. Gelsenkirchen (23,5 Prozent)


9. Bremen (23,4 Prozent)


10. Hannover (23,4 Prozent)


Leia o estudo completo no site da Instituição clicando aqui. (auf deutsch)

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